Roubadas

Restaurante em Colônia do Sacramento

Amo Colônia de Sacramento mas desaconselho os restaurantes da rua General Flores, vou sempre a Colônia e o serviço dos restaurantes tem se transformado em pega turista..até um purê de batata estragado nos serviram..avisei e nem um centavo foi descontado da conta..bem gordinha!!!Fujam do Mercosur, e assemelhados..barata, banheiro sujo, serviço ruim, garçonete grosseira… tentem comer onde os moradores comem…andem pela cidade e descubram bons lugares…

Helô Vaz

Alerta de acomodação

Se alguém vai a Paris e pretende alugar um apartamento com a Airbnb, EVITE um com o título \”Charme parisien proche Tour Eifel\”, de um policial estúpido chamado Lionel. A não ser que você queira pegar uma rinite alérgica, de tão sujo que é o apartamento.

Sergio

Cuidado com a cobra 

Bom, se você pretende conhecer as maravilhosas e únicas Ilhas do Pacífico, tome cuidado, principalmente em Fiji e na República de Palau, pois estas regiões são habitadas pelas cobras mais venenosas do mundo, capazes de matar um homem em 5 minutos. Mas isso não interfere em nada, pois a beleza do lugar é tanta que você nem vai se lembrar de lembrar das cobras!!!

Felipe Martins

RESPOSTA À ROUBADA: “Encontro das águas”

 
A Fontur Turismo, empresa sediada na cidade de Manaus, conta com uma experiência de 12 anos no mercado de turismo receptivo, e é uma empresa que respeita seus clientes e parceiros, procurando oferecer roteiros seguros, personalizados e equipe qualificada. O Sr. Alexandre Barreto de Souza quando esteve em nossa cidade, optou por comprar nosso Tour Regular ao Encontro das Águas, que como o mesmo menciona, é um passeio que dura o dia inteiro e envolve muitas atividades. Ora, é preciso esclarecer que o tour em caráter “regular” é realizado junto com outros clientes, o que torna o grupo numeroso, impossibilitando atender este ou aquele que se sente mais atraído por determinado ponto do passeio. As atividades oferecidas são rápidas e dinâmicas de forma que todos possam desfrutar e apreciar as belezas naturais do Amazonas cumprindo à risca o roteiro estabelecido, sempre acompanhado de guia bilíngue cadastrado na Embratur. As distâncias entre os pontos de atrativo são percorridas em embarcações grandes (barcos regionais) que navegam de forma lenta pelas águas do Rio Negro permitindo a todos, uma ampla visão da costa de Manaus. A Capitania dos Portos não permite navegação noturna, é preciso voltar antes do anoitecer, razão pela qual temos um cronograma a cumprir para que todos aproveitem o passeio em sua totalidade e em tempo satisfatório.
Os tour’s em caráter “privativo”, ao contrário, são realizados ao bel prazer do cliente, podendo este ficar à vontade para demorar-se mais, nesta ou naquela atividade que lhe chamar mais a atenção e achar conveniente. Além do que, em privativo a navegação pode ser realizada em lanchas rápidas, encurtando as distâncias entre um atrativo e outro e sobrando tempo para maiores contemplações das riquezas e belezas da maior floresta tropical do planeta. O Sr. Alexandre deveria ter optado por esta modalidade de passeio ao Encontro das Águas.
Quanto a ser “caro” é preciso considerar que: não somos amadores e nem aventureiros. Somos uma empresa sólida e estabelecida. Totalmente regularizada e em dia com as obrigações sociais e fiscais. Possuímos frota própria e nossas embarcações seguem rigorosamente, as exigências da Capitania dos Portos de Manaus, o que envolve: marinheiros especializados e habilitados, manutenção preventiva e periódica de toda a nossa frota, sempre de acordo com as especificações técnicas estabelecidas pelo órgão fiscalizador competente. Isto acarreta custos que se traduzem em benefício para o cliente, uma vez que oferecemos tranquilidade e segurança a todos os nossos clientes e parceiros. Muito nos orgulha que, em 12 anos de atividades ininterruptas, jamais tivemos um acidente sequer.
O Sr. Alexandre, que não nos recomenda, devia reconsiderar seu posicionamento. É possível que você, internauta de “O Viajante”, consiga outros preços para passeios em Manaus, porém desconfie! Outros interesses podem existir que não se relacionam com o seu bem estar. Quando se trata de serviços, sempre é possível fazer mais barato, desde que não se olhe para a qualidade e segurança, o que absolutamente não é o nosso caso. Isto sim, nós que fazemos a Fontur Turismo consideramos UMA ROUBADA..
Fontur Turismo

Fátima Barros

Hungria fora de Budapeste – Pontos a evitar

1 – Viagens de trem: ao contrário da Romênia, o sistema ferroviário da Hungria é uma roubada: lento e desorganizado. Os funcionarios parecem aprender ingles para melhor desinformar os turistas e o resultado é que tomar o trem errado é de grande probabilidade, o que nos faz perder tempo e dinheiro. Percorrer o país de ônibus é a barbada: estradas de tapete e motoristas sempre gentis ainda que não falem ingles.

2 – A comida típica é sopa ou ensopado de gordura e sal. A Hungria é grande produtora de páprica mas não grande consumidora. E as conservas nos supermercados são ainda mais salgadas. Felizmente os mesmos supermercados são bem sortidos em outras opções e os restaurantes de comida oriental pululam em todo o país.

3 – Miskolk faz propaganda de uma caverna alagada mas a pobre caverna hoje é uma pequena parte de um spa que foi construído a sua volta, roubando seu aspecto natural e destruindo toda a aura de misterio caracteristica de toda caverna. Além do que, o spa que matou a coitada é feio, sujo e chato.

 

Maria

Isla de Coche Venezuela 

A única coisa que presta próximo de Margarita.
Só que não comprem esse passeio para Isla de coche com tudo incluído, é uma roubada.
Te colocam em um iate velho com um cara gritando, achando que é cantor, com o som naquelas alturas meu ouvido quase pra estourar. Sai 11:00 volta as 16:00, pouco tempo na praia já que a ida e a vinda é mais de uma hora.
Te apanham pra levar pra almoçar em um restaurante em um ônibus pau-de-arara, comida ruim.

Amorim

Peña del Carajo 

O que esperava de uma peña era um local onde se poderia jantar comidas perunas, experimentar bebidas peruanas e, o principal, conhecer um pouco mais da cultura peruana por meio de shows musicais e danças típicas.
O preço da entrada é mt alto se comparado ao padrão peruano (custou s.30 soles por pessoa) e que te dá direito a um chope horrível! É necessário fazer reserva, mas o horário de quebra de reserva não é reservado, fazendo vc se sentir um idiota por ter chegado na hora. A escolha dos assentos é aleatória e o local é horrível e extremamente cheio de mesas e cadeiras – para que possam obter mais clientes por noite – o que não te dá NENHUMA privacidade em sua mesa – muitas vezes as pessoas das demais mesas simplesmente avançavam e ocupavam a nossa por falta de espaço.
O cardápio é péssimo! Pouca variedade, principalmente de comidas – só há petiscos e são quase todos iguais: anticuchos coração de vaca, milho e batata são quase as unicas coisas do cardapio, servidos todos quase da mesma forma e a preços abusivos (dado o contexto peruano).
O atendimento é horroroso! Desde a entrada até a saída! Fui mal atendida e quando reclamei da primeira vez me ignoraram e da segunda vez deram risada da minha cara.
A música e os shows são lamentáveis! O DJ toca cumbia e pop’s em geral – nada de música exclusivamente peruana. A segunda música da noite que fui foi “llora me llama” – a versão em espanhol do “Chora me liga”. Há algo parecido a uma tentativa de comédia e sorteios de cervejas por “concursos” ridículos – como a mulher que tenha as melhores pernas ou os maiores peitos!
O show de música criolla foi razoavel, assim como a apresentação de danças negras e de marinera norteña, mas não foram nada de especial e já os havia conhecido pela visita a outros lugares no Peru e até mesmo no Brasil. Mesmo o conjunto de marinera norteña improvisou uma comédia, com o propósito de “animar” a peña.
Em resumo: lamentável.

Melissa Ronconi

É ilegal ser mulher em Salvador? 

Permitam-me aqui deixar algo não só como advertência aos viajantes mas também como alerta aos gestores públicos competentes e profissionais ligados à segurança, à lei e ao Direito em geral. É que a mim pareceu que em Salvador é ilegal ser mulher. Nunca havia visto nada naquele nível nem em minhas temporadas no Oriente Médio.

Só para relatar um caso bem ilustrativo do bem resolvido cavalheirismo baiano: há uma feira semanal e muito família de artesanato, comida, bebidas típicas e música ao vivo todas as noites de sexta na pracinha do Porto da Barra que teria tudo para ser um evento seguro, agradável e democrático se não fossem alguns de seus frequentadores mais assíduos. Trata-se de gente local e não de turistas, que fique bem claro: baianos e “homens” que sentem-se no direito de insultar e agredir as mulheres sempre que estas cometem o crime de dispensar um convite para conversar ou dançar. Algumas dessas “criminosas” que se atrevem a exercer seus direitos legais de livre arbítrio tem idade para serem mães ou tias de seus agressores, algumas estão ali trabalhando na feira e outras, tentando se divertir. E nem mesmo brilhantes e enormes alianças exibidas em mãos esquerdas são capazes de inspirar um mínimo de respeito pela dignidade feminina.
As retaliações abusivas contra o direito de escolha das mulheres acontecem ao lado de um módulo que permanece coalhado de policiais durante todo o tempo de funcionamento da feira. Um dos xingadores da “ousadia” feminina apresenta-se e é identificado como filho de um tradicional político e advogado local, gente da elite da cidade que tem, ao menos teoricamente, tudo pra ser resolvida, mas que no entanto demonstra uma enorme fome de poder nas relações humanas. Esse pai jurista então nada soube ensinar ao filho sobre justiça de gênero e Estado de Direito? Nem no mundo islâmico se tolera mais tanto sexismo, não nesse grau. Isso já não mais é machismo e sim extremismo. Se não se tomarem providências imediatas, dentro em breve as mulheres não mais poderão sair às ruas da Bahia nem durante o dia. Creio que já não estão podendo.

maria

Roubada de “baixa estação” 

Aprender a respeitar o calendário de “high and low season” asiático é algo que irá, e muito, contribuir ao sucesso de uma viagem na região.

Não levávamos a sério a historia das monções (tufões, vendavais, aeroporto fechado, voos cancelados e caos) a sério até nos vermos “ilhados” no aeroporto de Manila, após o anúncio de um tufão na região de destino (a bela ilha de Boracay).

A visita durante a baixa temporada acabou nos fazendo perder dinheiro com cancelamentos de voo e hotel, e o pior, tempo de viagem! Tentamos antecipar a ida ao próximo destino (Indonésia, que estava no auge da high season), mas nosso orçamento não permitiu. Acabamos gastando 5 dias em uma ilha chamada Puerto Galera (na busca desesperada por praia paradisíaca e areia), que também acabou com a fuga do mesmo tufão, em um barquinho praticamente a remo, e uma correria incrível para não perdermos o voo para o próximo destino. Baixa temporada nas Filipinas, alta temporada fervilhante em Bali.

Apesar da beleza do lugar ser atemporal, se a ideia for aproveitar sem risco a Ásia, principalmente a parte litorânea, fica a dica de respeitar a natureza e o calendário das estações de cada região.

fernanda cristina michalski

Segurança em Buenos Aires 

Era uma vez Buenos Aires, a “Paris da América do Sul”. Hoje a cidade está realmente suja, descuidada, decadente, violenta e insegura. Moro em São Paulo (Brasil) há 25 anos e nunca fui roubada, assaltada nem sequestrada. Cheguei a Buenos Aires no dia 11/12/2013 no final da tarde e peguei um taxi com amigos para o Shopping Abastos. Já preocupada com os famosos golpes dos taxistas abri o googlemaps no meu iPad mini para checar o trajeto que ele estava fazendo. A cidade estava um forno e dentro do taxi o maior calor. (Achei até que os taxis não tinham ar condicionado, tal a falta de cortesia com os clientes, que nos dias seguintes foi amplamente confirmada). Logo depois da Av Pueyrredón, já pertinho do Shopping Abastos, abri uma brechinha na janela do taxi por causa do calor e logo um ladrão safado forçou o vidro para baixo e arrancou das minhas mãos meu querido iPad míni de 64Gb novíssimo. O taxista, talvez vendo a própria falha, ainda saiu do carro e correu atrás do cara. Com o trânsito já interrompido pelo taxi ele voltou e ainda deu uma volta no quarteirão para tentar ver o sujeito (é claro que era por conta da consciência pesada, pois naturalmente o ladrão sumiu rapidinho!). Por isso digo: qualquer semelhança de Buenos Aires com a Europa resta apenas na arquitetura, muito mal preservada. Com relação à segurança, não há comparação, pois antes de ir a Bs As tinha acabado de chegar de um giro de um mês pela Europa tirando foto e usando o iPad mini em todos os lugares sem nenhuma ameaça de roubo. Por essa razão, mesmo mais cara, prefiro mil vezes gastar meu dinheirinho na Europa! Espero que minha péssima experiência alerte outros viajantes que estão pensando em viajar para o país de los hermanos!

maria helena vieira de araujo