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05.01.2009

O novo golpe do táxi


Pessoal, seguinte: já fui à Buenos Aires três vezes, e estou indo a quarta vez agora dia 18/01/2009 (que inclusive é um calor infernal), e sabendo da péssima fama dos golpes aplicados pelos argentinos, não caí em um novo, que está sendo aplicado agora. Na minha última viagem para lá, em agosto de 2008, pessoas “desinteressadas e bondosas (para não dizer golpistas)”, que se diziam membros das empresas de táxi que atuam no aeroporto, perguntam se você quer táxi e ao informar que sim eles prontamente acionam o transporte (o taxista está “mancomunado” com o solícito rapaz) para lhe apanhar na frente do aeroporto. Quando você entra no veículo, o solícito rapaz (que está fora do veículo) lhe questiona qual será seu destino para acertar o transporte conforme tabela, e o próprio taxista informa o valor e mantém “séria conversa” com o rapaz fora do carro – isto para transparecer realmente que o cara é membro da empresa (isto faz parte do golpe) -, sendo que o cara fora do carro exige o pagamento antecipado da corrida (neste momento o motorista fica calado, não se mete na conversa e faz de conta que não está ali), daí se você paga o valor ao cara fora do carro – o que é o golpe -, crente q é o valor da corrida (porque o taxista parecia concordar com tal pagamento), vai ser cobrado novamente quando for no destino, porque subtende-se que o taxista não recebeu nada e você apenas “doou” seu rico dinheirinho para o bandido argentino. No meu caso, percebi a malandragem do cabrote e disse que somente pagaria ao taxista e no final da corrida, foi quando o pilantra saiu e começou a resmungar porque não conseguiu levar o dinheiro do brazuca. Durante a corrida o próprio motorista perguntou se o cara era meu amigo e porque ele estava me pedindo dinheiro (dando uma de doido)… Como se ele não soubesse de nada, expliquei dos golpes argentinos e do golpe que o rapaz estava querendo me aplicar, e ele realmente confirmou que se eu tivesse dado algum dinheiro ao outro como se fosse a corrida, eu teria que pagar novamente a corrida, pois ele “sequer conhecia” o bandido do aeroporto. É isso, pessoal, quando forem a Buenos Aires desconfiem da bondade daquele povo, não farão nunca nada de graça – principalmente para brasileiro -, e se em algum momento forem gentis, passe logo a mão na sua carteira para ver se não foi levada…

Leonardo B.

 

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