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08.01.2008

Cia aérea ruim e falta de educação nas praias 01/2008

Ao visitar a região da Península de Maraú, se puder vá de carro, mesmo com o estado (ainda) precário dos 30 a 40 km do trecho de terra. Ou de barco, opção um pouco menos segura posto que dependente de condições do tempo e ocasionais superlotações nas épocas de pique. Mas a grande roubada é ir de avião, pela companhia Aerostar. Além do preço escorchante (R$300 por um trecho com duração de 30 minutos), existem várias falhas de segurança que, fosse a ANARC uma entidade séria, já teria proibido esses voos. O problema principal está na volta, no trecho Barra Grande – Salvador. Além da máfia do traslado (transporte a preços igualmente escorchantes, em média R$50,00 por pessoa por um trecho de 10 km, feito em geral em picapes que transportam os passageiros em carroceria aberta, juntamente com as malas, sem cinto de segurança e nenhuma proteção contra poeira e o calor), a pista é de terra e particular, sem nenhum abrigo, sinalização ou qualquer outra coisa que possa gerar conforto ou inspirar confiança. Em datas como Ano Novo e Carnaval, esteja preparado para eventuais atrasos, e aí você fica sendo torrado ao sol ou encharcado de chuva, pois a Aerostar marca vários voos para um mesmo horário, resultando em várias crianças e idosos expostos a essas condições adversas, pois os “espertos” disputam cada avião que chega a tapas. Esteja preparado para ouvir bate-boca de passageiros e pilotos. Além do mais, não existe um controle através de lista de passageiros (em caso de acidente, não se sabe quem está na aeronave acidentada, ou se algum suicida ou sequestrador quiser se aproveitar do anonimato, embarca e faz o que quiser…). Não existe controle de peso de bagagem (oficialmente limitado a 15 kg por pessoa) e pelo volume das bagagens é bem provável que esse limite seja bastante ultrapassado.
Outra vantagem do carro próprio, é descobrir paisagens e recantos, como a cidade de Maraú, que são surpreendentes.
Outra roubada é a praia de Algodões, onde a falta de educação dos banhistas e o som do arrocha, axé e brega, expelido pelas barracas e carros particulares, matam a beleza do lugar.

Geraldo

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